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Layún pede paciência aos adeptos

  • O JOGO
  • 10 de set. de 2016
  • 2 min de leitura

Assobios em casa, críticas e obsessão por liderar cedo podem ter maus efeitos, alertou o lateral em entrevista a um programa mexicano. Layún vai jogar este sábado a titular frente ao

V. Guimarães.

Os assobios nos jogos em casa, em parte das duas últimas épocas; a obsessão por liderar e não aceitar as derrotas na fase inicial; e a intolerância com alguns jogos que o FC Porto faz são, para Layún, alguns dos problemas que deviam ser erradicados de vez. Isto porque, acredita o mexicano, "a impaciência tem consequências" e essas não são muito positivas. O lateral, que este sábado será titular à direita, esteve no programa Moy Mu TV e foi entrevistado pelo... compadre. Talvez por estar em família, o desabafo saiu franco e descomplexado.

"Na época passada tivemos um arranque muito bom e em dezembro fomos líderes. Creio que a pouca paciência que existe pela ausência de títulos tem tido muitas repercussões. Daí que ache importante que todos, especialmente o corpo técnico e jogadores, estejamos o mais tranquilos possível em todos os jogos, para os conseguirmos vencer", começou por dizer. "Para além disso, outra coisa: é importante que, quando jogamos em casa, os adeptos se metam com a equipa contrária. Isso dá-te uma energia extra, um tanque de gasolina. Se, ao minuto 92, estiver 0-0 e tiveres de fazer um sprint de 90 metros para atacar o rival, fazes isso", reclama.

Mas se aos adeptos são feitos pedidos, Layún também pede mais à equipa. "É isso e sermos mais consistentes. Na época passada perdemos muita consistência na segunda metade da época. Na maioria das vezes, num campeonato longo, é entre janeiro e maio que se definem os campeões. De nada vale chegar em primeiro em dezembro e dizer que estamos na frente. É espetacular e às vezes isso dá origem a um certo relaxamento. E depois surge a falta de consistência e paga-se cara a fatura. Se tens um empate em casa e ainda faltam dez jornadas, não pode haver um declive até ao fim. Não podemos permitir isso este ano", alerta.

Sobre Nuno Espírito Santo, nem uma questão, mas o jogador chamou-o à conversa quando lhe perguntaram como se sente. "Muito bem. Estou a adaptar-me ao novo treinador", respondeu.


 
 
 

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